Greve:
um direito do trabalhador.
Hoje li um artigo publicado na
revista Època[1]
de uma Cientista Político, chamado Alberto Carlos Almeida, cujo titulo é: A greve remunerada dos professores universitários.
Fiquei indignado com as letras desse cidadão, pois, tudo o que denuncia serve
para depreciar o trabalho dos professores que fazem essa nação chamada Brasil.
Em nenhum momento o mesmo faz referência sobre a precarização da educação
nacional e da desvalorização do trabalho docente. Fala da iniciativa privada
como se essa fosse à salvação. Se fosse os EUA e a Europa estariam salvos,
pois, lá a educação superior é financiada por empresas do setor privado. E os
resultados das pesquisas não são usados para a população carente e necessitada.
Deprecia os anos de formação que nós, professores, investimos e nos dedicamos e
em nenhum momento fala da corrupção que assola em nosso país, e dos candidatos
que infelizmente colocamos, ou colocaram no poder, e que não fazem nada para o
povo e só roubam de todos nós.
De
acordo com o dicionário Aurélio, Greve é a recusa, resultante de acordos de
operários, estudantes, funcionários, etc., a trabalhar ou comparecer onde o
dever os chama, enquanto não sejam atendidos em certas reivindicações. O que
significa uma parada, ou paralisação dos serviços dos mais diferentes setores
da sociedade civil. Sobre o verbete greve o Grande
Dicionário Larousse Cultural da Língua Portuguesa, afirma que: “GREVE (De
Grève, nome de uma Praça em Paris, onde os operários sem trabalho reuniam-se
para serem contratados), significa uma parada coletiva, voluntária e combinada
do trabalho ou do estudo,
para obter o atendimento de reivindicações”. Ou seja, greve é, sobretudo, um instrumento de
pressão dos trabalhadores sobre os empregadores, sejam as empresas ou
o Estado, para que suas reivindicações sejam atendidas.
Nesse
sentido, estamos em greve, porque acreditamos que o futuro de nós, professores,
e de nossos alunos possam ser melhores e menos angustiantes. Estamos em greve para
reivindicar condições de trabalho e salários mais justos e condizentes com o
tempo que nós nos dedicamos a educação, pois vemos nela um futuro de qualidade
e tranquilidade.
Vamos
à luta todos juntos, IFAL e UFAL unidos na greve contra esse governo que só faz
os gostos dos donos do poder. PT – Partido dos Trabalhadores, deveriam mudar
para partido dosconservadores e capitalistas.
[1]Segue link para que possam ler e
se indignar com as letras desse que se diz cientista político. http://revistaepoca.globo.com/opiniao/noticia/2012/07/greve-remunerada-dos-professores
universitarios.html,
consultado em 09/07/12.
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